Nova York (EUA) – Três anos depois de disputar o US Open pela primeira vez, Mirra Andreeva admite que hoje lidaria de maneira diferente com a pressão que colocava sobre si mesma. Aos 19 anos e já campeã de Grand Slam, a russa confidenciou qual conselho daria para si mesma quando ainda tinha 16 anos.
Cabeça de chave 5 em Flushing Meadows na edição desta temporada, a vencedora de Roland Garros terá como primeira adversária a indonésia Janice Tjen, 35ª colocada do ranking. Antes de competir em simples, Andreeva foi vice-campeã de mistas ao lado do compatriota Andrey Rublev.
Sobre as expectativas em Nova York, a russa demonstrou maturidade. “Diria para ser um pouco mais gentil comigo mesma, levar as coisas de forma mais leve e não colocar tanta pressão sobre mim”, comentou.
“Naquela época, era apenas sobre aproveitar, como uma garota de 16 anos que veio a Nova York pela primeira vez para jogar um Grand Slam. Aproveitar aquele momento e não esperar tanto de si mesma”, prosseguiu.
A número 6 do mundo reconheceu que naquela época tinha dificuldade para lidar com os momentos em que seu jogo não funcionava como esperava.
“Eu sabia que podia jogar bem, mas tudo acabava virando pensamento negativo quando alguma coisa não funcionava. Isso afetava a maneira como eu enxergava meu próprio jogo. Então, diria para ser mais gentil comigo mesma de maneira geral”, revelou.
Andreeva está animada para disputar o último Grand Slam da temporada. Ela disse não sentir grandes mudanças na forma de encarar a competição em Nova York. Em 2025, a russa parou na terceira rodada, em sua melhor campanha no US Open.
“Não sei se muita coisa mudou na forma como estou abordando este torneio. Estou muito animada para jogar feliz, porque adoro jogar aqui. Por enquanto, tudo o que sinto é empolgação e felicidade por estar aqui e poder jogar”, assegurou Andreeva.
