São Paulo (SP) – Após a vitória na estreia do SP Open, Luísa Stefani saiu de quadra satisfeita com o desempenho desta quinta-feira, ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. Elas ficaram em quadra por apenas 50 minutos na partida contra as convidadas Rebeca Pereira e Marjorie Souza.

“Um ótimo jogo para sentir as condições, estava mais friozinho e bola não estava voando tanto quanto nos outros dias de treino”, disse Stefani após a vitória por 6/0 e 6/1 no Parque Villa Lobos. Elas podem enfrentar nas quartas a espanhola Kaitlin Quevedo e a tcheca Dominika Salkova ou as argentinas Julia Riera e Solana Sierra.

“Foi bom compartilhar a quadra com as meninas. A Rebeca conheço há muito tempo e a Marjorie eu sei que veio do universitário e está fazendo a transição com boas vitórias. Elas sabem que torço muito por elas, gosto de acompanhar e é lindo esse momento com todas as brasileiras que estamos tendo no SP Open. É o mais importante da semana”, acrescentou a duplista número 3 do mundo.

Em um dia mais frio na capital paulista, com temperaturas na casa dos 15ºC, Stefani falou sobre sobre como as condições climáticas afetam no estilo de jogo e até mesmo no físico dos atletas em quadra. “Nos dias de chuva, o meu joelho avisa. Fica um pouquinho mais rígido. Mas é normal. Não é nada que a gente já não esteja acostumada”.

“Eu prefiro o calor. Então, no frio é mais importante se agasalhar e aquecer bem antes dos jogos. Quando o tempo está mais úmido, a bola fica um pouco mais pesada e deixa o jogo mais lento”, avaliou. “Mas a gente tem que se adaptar a diferentes condições. Você joga de manhã e está de um jeito, de noite é outro. É o que a gente faz toda semana”.

Parceira de Stefani no circuito de duplas, Dabrowski está de volta ao Brasil depois de uma década e tenta aproveitar a energia da torcida da casa. “É minha primeira vez em São Paulo, estou muito animada. Joguei as Olimpíadas do Rio em 2016, que foi minha única experiência no Brasil. Mas não pude conhecer muito”.

É muito bom poder estrear depois de alguns dias de preparação. Obviamente, jogando com a Lu, que é brasileira, é muito emocionante e legal para a comunidade daqui. Ela tem muitos fãs, que também gostam muito de mim. Pude sentir a energia do público e estou amando cada segundo aqui”.