Toronto (Canadá) – A estreia de Elena Rybakina no WTA 1000 de Toronto não foi nada fácil, com a australiana Daria Kasatkina forçando a número 2 do mundo a encarar duelo de três sets e 2h35 de duração. Após concretizar sua vitória, a cazaque analisou a partida e celebrou o resultado.

“Não foi a minha melhor apresentação, mas estou feliz por ter conseguido vencer. Jogar contra o Dasha é sempre difícil, sempre temos batalhas”, comentou a cazque, que terá agora pela frente a norte-americana Ann Li.

Rybakina reconheceu que precisa evoluir para o próximo jogo. “Quero ver um saque melhor, uma porcentagem maior. Hoje, em momentos decisivos, funcionou, mas a porcentagem ainda está bem baixa. Como é um ponto forte meu, é melhor que esteja funcionando, isso aumenta a confiança”.

Além do saque, a vice-líder da WTA contou ainda estar se adaptando um pouco ao fuso horário e às condições encontradas em Toronto e também voltou a elogiar a rival. “Como eu disse, ela é uma adversária difícil. E para a primeira partida não foi tão ruim”, observou a cazaque.

Questionada sobre a volta ao piso duro, onde conquistou grandes resultados no começo do ano, ela minimizou a mudança do piso. “Sinto que consigo jogar bem em todas as superfícies. Desta vez, talvez a grama não tenha sido o resultado que eu esperava, e o saibro também não”, ponderou.

“Mas não acho que seja por causa da superfície ou algo do tipo. Estou feliz por estar de volta às quadras duras, já que a temporada de quadras duras geralmente é mais longa”, acrescentou Rybakina.

A cazaque também comentou brevemente a política que exige que todas as jogadoras se submetam a testes genéticos de determinação de sexo. “Não sei o que falar. Se tivermos que fazer, faremos. Para mim, não diria que é desnecessário, mas acho que funcionaria bem sem esses testes também. Mas se precisarmos fazê-los, faremos”.