Cincinnati (EUA) – Um dos principais nomes da nova geração ao lado de Rafael Jódar, Learner Tien, Jakub Mensik e Martin Landaluce, o carioca João Fonseca comemora os bons resultados dos demais integrantes desta lista e acredita que isso serve de motivação extra para que todos eles busquem ainda mais.

“É bom ver que a nova geração está jogando um bom tênis. Todos eles são caras legais. Caras humildes e que trabalham duro”, disse Fonseca, que no domingo estreou com vitória no Masters 1000 de Cincinnati batendo o holandês Botic van de Zandschulp em sets direitos.

“Joguei contra Learner no juvenil. Joguei contra Landaluce no juvenil. Joguei contra Mensik no meu primeiro ano no juvenil. Conheço Jódar das Finais da Next Gen. “São caras que conheço há muito tempo e sei que eles podem alcançar grandes coisas, e é bom para o tênis que nos incentivamos uns aos outros”, acrescentou.

Fonseca, que na próxima rodada enfrentará o australiano Christopher O’Connell, relembrou a conquista juvenil do US Open de 2023. Ele será cabeça de chave no Grand Slam norte-americano pela primeira vez neste ano.

“É sempre bom relembrar. Acho que minha carreira júnior foi muito especial para mim e muito importante para o meu desenvolvimento, como jogador e como pessoa”, disse Fonseca quando questionado sobre aquela campanha em Nova York.

“Aquele US Open foi muito bom, joguei um bom tênis e, quando voltar lá, tentarei imaginar ganhando (o título)”, complementou Fonseca, que irá comemorar seu 20º aniversário em 21 de agosto.

O carioca também destacou que gosta de jogar em grandes estádios. “Gosto da atmosfera. Sempre fui um cara que gosta da torcida. Quando um cara grande joga contra mim, os brasileiros vêm e torcem muito. É sempre muito divertido e eu gosto de desafios”, finalizou Fonseca.