Londres (Inglaterra) – Semifinalista do ano passado no US Open, o sérvio Novak Djokovic precisa ganhar pelo menos três partidas na edição 2026 para não deixar o grupo dos 10 primeiros colocados do ranking. A última vez que ele não figurou na nobre lista foi em julho de 2018, quando apareceu no 21º posto.
Aos 39 anos e quatro vezes campeão em Nova York, Nole começa o torneio no 11º° lugar do ranking virtual, que desconta previamente os pontos a ser defendidos ao longo da competição.
Ele está 105 pontos atrás do norte-americano Taylor Fritz, quadrifinalista no ano passado, e por isso precisa pelo menos atingir as oitavas de final para tentar se manter na faixa do top 10. Djokovic estreia na noite deste domingo contra o argentino Mariano Navone.
Os adversários que vêm atrás estão distantes. O mais próximo é o jovem espanhol Rafael Jódar, que aparece a 321 pontos de distância e portanto só poderá chegar ao 10º lugar caso atinja as quartas de final em diante.
É o mesmo caso do norte-americanos Frances Tiafoe. Já Learner Tien, Brandon Nakashima e Jabuk Mensik, respectivamente 14º, 15º e 16º colocados no ranking virtual, somente a final em Flushing Meadows poderá levá-los tão longe.
Sinner mantém liderança
Na ponta do ranking, o ausente Jannik Sinner não sente qualquer ameaça do número 2 Alexander Zverev, mesmo tendo sido finalista em 2025. O italiano perderá 1.300 pontos, mas ainda assim seu total será de 11.500. O máximo que Sascha poderá atingir são 9.690 pontos.
Já o atual campeão Carlos Alcaraz não tem qualquer chance de recuperar o segundo posto e sofre afastada ameaça de nova queda. Para isso, teria de perder nas duas primeiras rodadas e Félix Aliassime, Flavio Cobolli, Ben Shelton, Daniil Medvedev ou até Alex de Minaur conquistar o título.
