Montréal (Canadá) – Vice-presidente de Alto Rendimento da Tennis Canada desde 2024, Guillaume Marx concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira o Masters 1000 de Montréal para analisar a situação do torneio, que contou com várias baixas de peso.
Questionado sobre o calendário apertado antes do US Open, o dirigente acredita que não há torneios demais. “Acho que a grande mudança, no geral, é o fato de que vemos pequenas mudanças acontecendo ano após ano. Isso acaba tendo um pequeno impacto no final”, analisou Marx .
“Wimbledon acontece uma semana depois, enquanto nós acontecemos uma semana antes, sem mais troca de datas entre as meninas e Cincinnati. No fim das contas, ficamos um pouco mais expostos e, no momento, não temos conseguido atrair os melhores jogadores para o torneio nos últimos anos”, acrescentou.
“Portanto, precisamos encontrar uma solução, principalmente considerando o curto período de férias de verão. Então precisamos nos colocar em uma posição melhor para ter os jogadores, com certeza”, complementou o dirigente canadense.
Sem poder contar com o italiano Jannik Sinner, o espanhol Carlos Alcara e o sérvio Novak Djokovic, entre outros, o integrante da Tennis Canada não acredita que os jogadores estejam felizes em perder o torneio.
“Não é isso. Eles têm que passar dois meses na América do Norte. É difícil. Eles têm suas agendas e precisam se organizar. É como se precisássemos defender o título do torneio, e precisamos que os melhores jogadores venham a Montréal ou Toronto. Isso é certo. E precisamos trabalhar para isso”.
