Nova York (EUA) – Um dos principais nomes do circuito nos últimos anos, a polonesa Iga Swiatek não tem brilhado em 2026 como de costume e tenta se reencontrar em uma temporada de altos e baixos. Os bons resultados na preparação para o US Open, com o título em Toronto e a semi em Cincinnati indicam que ela esteja no caminho certo.

“Para mim, com certeza não foi uma temporada fácil”, admitiu Iga no sábado. “Provavelmente a mais difícil e desafiadora. Troquei de treinador antes da temporada de saibro, o que foi uma situação complicada. Depois, comecei a trabalhar com Francis (Roig) e só queria colocar em prática tudo o que fazíamos nos treinos”, acrescentou.

A polonesa explicou que não teve tempo para organizar seus pensamentos e se adaptar às mudanças quando contratou Roig, que antes fazia parte da equipe técnica de Rafael Nadal, porque foi lançada diretamente na temporada de saibro. Depois veio Wimbledon, logo em seguida a Roland Garros.

“Depois de Wimbledon, tudo se acalmou. Consegui alguns dias de folga, me reequilibrar um pouco e tivemos um período de treinamento muito mais longo. Isso realmente me ajudou a colocar em prática tudo o que eu estava falando”, analisou a ex-número 1 do mundo e atual oitava colocada no ranking da WTA.

Já totalmente adaptada ao seu novo treinador e feliz com a direção que seu jogo está tomando novamente, Iga está mais otimista com o que pode alcançar nesse US Open. Cabeça de chave número 8, ela abre campanha contra a chinesa Xiyu Wang, de 25 anos e 80ª do mundo.

“Obviamente, os dois últimos torneios foram super positivos. Mesmo tendo perdido em Cincinnati (a semifinal) contra a Jess (Pegula), joguei em altíssimo nível. Então, estou feliz com meu jogo e com as mudanças que fiz. Agora, só me resta olhar para o futuro”, afirmou a polonesa.