Toronto (Canadá) – Após avançar com autoridade para a fase de oitavas de final do WTA 1000 de Toronto, Iga Swiatek demonstrou enorme satisfação com sua atuação. A polonesa arrasou a suíça Viktorija Golubic por 6/2 e 6/1, em apenas 66 minutos, e afirmou que conseguiu se adaptar rapidamente às características da adversária para controlar o ritmo da partida.

Apesar de admitir um início um pouco abaixo do esperado, após perder o saque no primeiro game, a ex-número 1 do mundo destacou como conseguiu rapidamente encontrar seu jogo para não deixar a adversária crescer na partida.

“Estava um pouco ‘enferrujada’ no começo, mas depois do primeiro game fui jogando cada vez melhor até o fim da partida. Devolvi bem os slices dela, então essa mudança de ritmo não me incomodou tanto”, analisou.

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— wta (@WTA) August 6, 2026

A cabeça de chave 7 disse que soube lidar bem com as variações da rival número 51 do ranking. “Também procurei escolher as bolas certas para atacar, porque estava controlando o ritmo do jogo. Era mais uma questão de tomar as decisões corretas”, explicou.

Swiatek avaliou positivamente o retorno às quadras sintéticas e garantiu estar cada vez mais consistente neste início de verão norte-americano. “Estou feliz com tudo. Acho que tenho sido consistente e comecei o torneio com tranquilidade”, comentou. Ela tenta vaga inédita nas quartas diante da ucraniana Marta Kostyuk, contra quem tem 3 a 1 no histórico.

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Já pensando na sequência do verão norte-americano, a polonesa lembrou que Toronto, Cincinnati e o US Open utilizam as mesmas bolas, embora as características das superfícies dos torneios mudem bastante.

“A quadra de Cincinnati no ano passado tinha um quique muito alto, provavelmente o mais alto que encontramos durante toda a temporada. Já no US Open a quadra é bem rápida, então costuma ser um desafio maior”, avaliou.

Ao ser indagada sobre o formato dos torneios de nível 1000, com chaves maiores, a atual número 8 da WTA garantiu que não se preocupa mais com a discussão. A polonesa enxerga pontos positivos em eventos com intervalos entre as rodadas.

“Essa é a situação que precisamos enfrentar. Os torneios mais curtos também tinham vantagens, porque você terminava a competição e tinha tempo para descansar depois. Agora há mais dias de recuperação durante o evento. Existem pontos positivos nos dois formatos”, ponderou Swiatek.