Montréal (Canadá) – Derrotado na final do Masters 1000 de Montréal, na última quinta-feira, o norte-americano Brandon Nakashima fez um balanço bastante positivo de seu desempenho no torneio, chegando tão longe em um evento deste nível pela primeira vez na carreira.

“Foi uma semana louca para mim, com certeza uma das melhores da minha carreira. Muitos pontos positivos para levar comigo. Então, sim, no geral estou muito feliz com tudo aqui em Montreal”, comentou Nakashima após a derrota por 2 sets a 0 na decisão.

O norte-americano comemorou bastante o bom desempenho apresentado na competição. “É definitivamente um grande marco na minha carreira. É algo com que sempre sonhei desde que comecei a jogar: ter um bom desempenho nesses grandes eventos”, disse.

“Obviamente, ainda tenho muito a melhorar e em que trabalhar, mas é um bom passo na direção certa. E com certeza levo muitos pontos positivos desta semana para me motivar e, quem sabe, um dia levantar o troféu”, acrescentou o vice-campeão.

Algoz de Nakashima na final, Ben Shelton foi bastante elogiado pelo compatriota. “Ele já está consolidado no top 10 e nesta semana jogou em um nível insano. Tem sido realmente incrível acompanhar sua carreira até agora”, afirmou.

“Ele ainda é muito jovem e ainda tem toda a carreira pela frente. Definitivamente, acredito que pode chegar ao topo do esporte”, acrescentou Nakashima, que com o vice ganhou nove posições no ranking e agora é o 22º do mundo, sua melhor colocação até então.

Nakashima lamentou um pouco não ter mantido o mesmo nível do começo da partida. “Comecei bem no primeiro game, mas meu aproveitamento no saque caiu um pouco depois dos dois ou três primeiros games, isso me prejudicou um pouco”, observou.

“Houve pequenos detalhes aqui e ali que talvez eu pudesse ter feito melhor hoje, mas, no geral, acho que ele jogou melhor do que eu nos pontos decisivos”, analisou o norte-americano de 25 anos, que estreia em Cincinnati contra Aleksandar Kovacevic ou Karen Khachanov.